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GARRAFAS DE PLÁSTICO DEIXADAS NO CARRO Dado que é um procedimento comum deixar garrafas plásticas de água mineral dentro do carro e que, por outro lado, se aproxima o tempo mais quente, deixo este aviso como forma de informar/prevenir as jovens mães e não só (todas as mulheres), para os perigos do consumo de água de garrafas deixadas ao sol dentro do carro.
Assim, as recentes pesquisas levadas a cabo pelo centro australiano Breast Cancer Research Institute em Sydney (especializado no cancro da mama) demonstraram que garrafas de plástico que são aquecidas por exposição aos raios solares dentro dos carros e onde se atingem facilmente temperaturas acima dos 35º C, se tornam extremamente perigosas para a saúde especialmente no que concerne ao desenvolvimento do cancro da mama.
A garrafa de plástico é feita de um conjunto de derivados do petróleo em alto grau de refinação, como por exemplo os polipropilenos , e que quando aquecidos passam para a água uma quantidade enorme de micropolímeros que por sua vez são disseminados para os tecidos mamários e contribuem de forma acentuada para o cancro da mama.
A sugestão do médico Lewis Barnes do BCRI é, pois, que seja evitado deixar águas engarrafadas em plástico no carro para consumo posterior e que, em sua substituição, sejam utilizadas garrafas de vidro ou frascos termos.
Pela sua importância para a saúde de todos, e da mulher em particular, passem esta informação a todas as vossas amigas ou amigos com mulheres, namoradas ou filhas.
Cpts Ana Brännigan
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Membro desde: 1/9/2006 Mensagens: 4,746 Localização: Arredores de Lisboa
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Neste artigo são apresentados uma série de argumentos que contradizem esse estudo. http://www.cancer.ca/ccs/internet/standard/0,3182,3172_2087970719_2088177232_langId-en,00.html
Susana e Afonso
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Membro desde: 4/2/2008 Mensagens: 16
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Esse artigo não é o único. Canadianos e Americanos, especialmente a FDA (Food and Drugs Administration) teimam em conferir créditos à tese apresentada por Australianos e Suecos, que são a linha que aprofundou e investigou os primeiros trabalhos lançados por um jovem professor de Biofísica do Idaho ( e não estudante como pretendem os Americanos) sobre a degeneração de polímeros quando sujeitos a calor.
Por exemplo, para contradizer esse trabalho apresento um extracto do relatório que se pode ver no site da ScienceDaily no folder Science News:
Bisphenol A, a chemical that leaches into food and beverages from many consumer products, causes normal, non-cancerous human breast cells to express genes characteristic of aggressive breast cancer cells. That’s the finding of a “Priority Report” in the latest issue of the journal Cancer Research, the official journal of The American Association for Cancer Research. This new information about bisphenol A (BPA) is timely because the State of California is currently considering placing BPA on the Prop 65 list of hazardous chemicals, and State Senator Fiona Ma has proposed legislation that would ban BPA in products used by children.
The study was done by researchers at the California Pacific Medical Center Research Institute, in collaboration with the Stanford Genome Technology Center.
The findings are significant because BPA is found in many plastic water bottles, in plastic baby bottles, in the lining in food cans, as well as in sealants used by dentists to protect teeth.
“This is a very common compound that most of us are exposed to on a regular basis, often without even being aware of it,” says William Goodson, M.D., Senior Clinical Research Scientist at the Institute and lead researcher on the study. “If it’s true that exposure to BPA can cause normal, non-cancerous human breast cells to behave in ways that are more characteristic of aggressive breast cancer cells, this is very worrying.”
The researchers did needle aspirations on eight consented women at high risk of breast cancer, or its recurrence, to remove a small sample of non-cancerous cells. The cells were exposed to BPA in the lab and then analyzed to see if the exposure had altered, in any way, the gene expression of the cells.
“We screened 40,000 genes in normal human cells that had been exposed to BPA and found a striking increase in the sets of genes that promote cell division, increase cell metabolism, and increase resistance to drugs that usually kill cancer cells, and prevent cells from developing to their normal mature forms,” says says Shanaz Dairkee, Ph.D., the Principal Investigator of this California State-funded project at CPMCRI, and the co-author of the study. “Breast cancer patients with this kind of gene expression tend to have a higher recurrence than other patients, and they have a worse survival rate.”.
E outro extracto do BCRI News:
"Plastic water bottles have been proved to break down into carcinogenic compounds when reused or frozen. Many are unaware of poisoning caused by re-using plastic bottles. Some of you may be in the habit of using and re-using your disposable mineral water bottles (e.g. Evian, Aqua, Ice Mountain, Vita, etc.) keeping them in your car or at work. Not a good idea. In a nutshell, the plastic (called polyethylene terephthalate or PET) used in these bottles contains a potentially carcinogenic element (something called dyethylhydroxilamyne or DEHA). The bottles are safe for one-time use only. If you must keep them longer it should be or no more than a few days, a week max, and keep them away from heat as well. Repeated washing and rinsing can cause the plastic to break down and the carcinogens (cancer-causing chemical agents) can leach into the water that you are drinking...”
Como profissional do sector, a minha divulgação rege-se apenas pelo facto de achar conveniente tomarem-se precauções porque o que hoje a ciência considera inofensivo amanhã poderá ser considerado extremamente prejudicial (o caso dos telemóveis e das linhas de alta tensão são paradigmáticos). Os factos que se estão a passar com os medicamentos que foram recentemente retirados do mercado e com os escândalos dos pagamentos dos laboratórios para adulteração dos resultados das pesquisas feitas por "independentes" fazem-me ver as coisas pela vertente menos economicista. E, neste caso, ganham claramente os Australianos e Suecos menos sujeitos às influências dos grandes lobbies do sector.
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