hmmm pois, há muitos mitos em relação á mama prolongada. Por mim, é uma decisão da mãe, e não do médico. Realmente, a questão é: que argumentos contra têm a médica? faz mal á saude do bebé? faz mal á mãe? Sendo assim é uma decisão vossa e não dela. A questão dos nutrientes têm muito que se lhe diga, e os ultimos estudos apontam para o oposto. Por estas e por outras fiz uma pequena pesquisa sobre o assunto, que podem encontrar em:
http://biglentil.blogspot.com/search/label/Amamenta%C3%A7%C3%A3oVou por aqui uma parte:
Clinicos (médicos):
-Em termos nutricionais, o segundo ano de amamentação é similar ao primeiro ano, i.e. o leite materno continua a ser uma fonte importante de proteinas, calorias, calcio e vitaminas.
- O amamentação prolongada diminui os riscos de obesidade infantil posterior (Pediatrics, 2005) e favorece o desenvolvimento intectual das crianças (de quando as crianças têm 8-9 anos).
-Em termos imunitários, á medida que o bebé começa a comer outros alimentos e diminui a quantidade de leite materno ingerido, aumenta a quantidade de factores imunitários presentes no leite materno, i.e. mesmo uma pequena toma de leite materno diário, contribui para um aumento significativo de imunidade (resistência a doenças).
- Quanto mais tempo dermos de mamar, menor é a probabilidade de contrair-mos uma série numerosa de cancros e doenças afins (como por exemplo o Diabetes tipo II: cada ano adicional de amamentação reduzio cerca de 15% a probabilidade de contrair a doença, a artrite-reumatoide em que se verificou uma redução de 30%, pela amamentação de 12-23 meses, enquanto 24 meses reduz 50% o risco de ter a doença).
Psicologicos:
-Alguns trabalhos consideram que o desmame forçado pode provocar traumas no bebé e na mãe. A amamentação, como referimos, é mais do que preecher as necesidades nutricionais, é o um importante vector de conforto, prazer e comunicação entre a mãe e o bebé.
-Considera-se também que a amamentação prolongada aumenta a forma positiva como nós, as mães, vemos os nossos filhos assim como promove a confiança mutua. De dados, eu não sei, mas é verdade que dar de mamar tranquilizanos muito, sobretudo nos piores momentos. Por mais irritadas ou cançadas que estejamos, no momento em que pomos o bebé no peito a mamar, todos os problema desaparecem, e um estado zen surge no horizonte, as zangas e os disparates do bebé são deste modo racionalmente apaziguados.
- Os bebés adoram mamar, e nós as mães adoramos fazer-los felizes. Porque então não lhes damos este gosto? Quem me dera poder acalmar o meu filho de uma forma tão simples e eficiente no resto da sua vida. Digo sempre que ainda hei-se ter saudades do tempo em que todos os males na vida do meu gaiato desapareciam com um pouco de maminha....
- O aleitamento favorece o estado psicologico da mãe e evita depressões.
Económicos:
-motivos economicos: os leites de transição são caros [adicionar preços]. Já pensou no que pode comprar para o seu bebé com o dinheiro que vai poupar em leite? E o tempo? O tempo que se gasta a preparar os biberons, o trabalho que dá... enfim, uma trabalheira e um dinheiral J
Felizmente que temos médicos para nos cuidarem e verificarem as quetões de desenvolvimento. Infelizmente, muitos deles por mais queridos que sejam, acabam por dar concelhos sobre assuntos que não são estritamente médicos. Ora bem, nós se fosse conosco, não tinham hipotese, pois acabamoessempre por fazer oq ue queremos, como é com os bebés, ficamos cheias de duvidas, inseguras e a coisa descamba
eu continuo a defender que o tempo de amamentação diz respeito a duas pessoas exclusivamente: á mãe e ao bebé. Os demais, têm as suas opiniões... e é tão valido dar 1 mês como 24, só depende destas duas pessoas!
bjs,
Marta
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