Olá... achei este tema interessante, embora tenha chgado já no fim da discussão... eh eh eh!!!
Olha, vou-te contar a minha história...
O meu pai era para ser padre por causa de uma promessa da minha avó... (tinha-lhe morrido o 1º filho ao fim de poucos dias depois de nascer e ela prometeu que se o proiximo fosse homem e com saude seria padre... mentalidades antigas que nem vale comentar!)
Excusado será dizer que em determinada altura ele revoltou-se e nunca chegou a ser padre... e criou tal aversão À Igreja que decidiu nunca baptizar as filhas...
Nunca me falaram de Deus... mas eu encontrei Deus na minha Vida... e aos 17 anos fui baptizada, recebi a Eucaristia (1ª comunhão) e a Confirmação (Crisma)... Porque eu quis...
Sou católica praticante, e acredito que esta é a melhor forma de eu educar os meus filhos
Entretanto há 2 anos casei-me tb pela Igreja, onde me comprometi, perante a Igreja e a Comunidade, a educar os meus filhos na Fé Cristã...
Portanto considero o Baptismo como responsabilidade minha assumida no dia em que me casei e me tornei familia com o meu marido...
Embora os meus pais não tivessem a obrigação de me educar na fé, porque eles proprios não eram casados pela Igreja e por isso não assumiram tal comprimisso, eu sinto-me responsável pela formação do meu filho na Fé da Igreja...
Se o meu filho vai ser ou não católico, eu não faço a mínima ideia... só sei que a educação que lhe vou dar é segundo o que eu acredito... afinal de contas é o que todas fazemos...
Por exemplo... quem não concorda com as vacinas, não vacina o seu filho... Quem não concorda com a amamentação, não amamenta o seu filho... que não concorda com a Igreja, concerteza não educará o seu filho segundo essas convicções...
Eu acredito na Igreja mas reconheço que tem imensas falhas... e porquê? porque a Igreja não é... somos... Ou seja... a Igreja não é simplesmente uma instituição, somos todos nós (Baptizados e mais tarde Crismados) que fazemos dela o que ela é... também é verdade que existe muita coisa errada (Pedofilia, corrupção, etc, etc...) mas que há em qualquer lado (não serve de justificação... é só para perceberem onde quero chegar)
Claro que o meu filho a determinada altura escolherá o seu caminho... mas até ele aprender a caminhar na fé, sou eu que tenho a responsabilidade de o guiar (juntamente com os Padrinhos)... e só sei fazer aquilo que sou...
Resumindo... Se não vives a Fé da Igreja Católica, se descordas, se não acreditas, não faz sentido que baptizes o teu filho... e acho que será a tua melhor decisão...
Se eventualmente Tu, acreditasses não fazia sentido esperares que ele "decidisse" porque na realidade não é esse o sentido do Baptismo...
Só para acrescentar...
O que é um sacramento?
Procuremos, em primeiro lugar, compreender bem o que é um sacramento, donde vem e para que serve. Esta simples noção fará cair já a maior parte das objeções, como, perante a exposição clara da verdade, dissipam-se todos os erros.
O catecismo diz que "sacramento é um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para produzir a graça em nossas almas e santificá-las."
Desta definição resulta que três coisas são exigidas para constituir um sacramento:
a) "Um sinal sensível", representativo da natureza da graça produzida. Deve ser "sensível" porque se não pudéssemos percebê-lo, deixaria de ser um sinal. Este sinal sensível consta sempre de "matéria" e de "forma", isto é, da matéria empregada e das palavras pronunciadas pelo ministro do sacramento.
b) Deve ser "instituído por Jesus Cristo", porque só Deus pode ligar um sinal visível a faculdade de produzir a graça. Nosso Senhor, durante a sua vida mortal, instituiu pessoalmente os sete sacramentos, deixando apenas à Igreja o cuidado de estabelecer ritos secundários, realçá-los com cerimônias, sem tocar-lhe na substância.
c) "Para produzir a graça". Isto é, distribuir-nos os efeitos e méritos da redenção que Jesus Cristo mereceu por nós, na cruz... Os sacramentos comunicam esta graça, "por virtude própria", independente das disposições daquele que os administra ou recebe. Esta qualidade, chamada pela teologia "ex opere operato", distingue os sacramentos da "oração", das "boas obras" e dos "sacramentais", que tiram a sua eficácia "ex opere operantis" das disposições do sujeito.
mais:
http://www.auxiliadora.org.br/sacramentos/Bjinhos grandes
BABS












