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    Muitas vezes confundido com o resfriado comum, os sintomas da verdadeira gripe ou influenza aparecem com maior rapidez e intensidade, assim como com maior capacidade para dar complicações que põem em risco a vida da criança.

    Sinais e sintomas

    Muitas vezes confundido com o resfriado comum, os sintomas da verdadeira gripe ou influenza aparecem com maior rapidez e intensidade, assim como com maior capacidade para dar complicações que põem em risco a vida da criança. Os principais sintomas são: febre, tosse, dores de cabeça, arrepios, dores musculares, perda de apetite, cansaço e por vezes dor de garganta, náuseas e depressão física.

    Descrição

    Afecta ambos os sexos, e todas as idades, mas a maior incidência é na infância. Aparece por surtos epidémicos, especialmente no Inverno e princípios da Primavera.

    É provocada por um vírus, o influenza vírus, do qual existem três tipos: A, B e C. O tipo A é o mais espalhado e o causador da maior parte das epidemias. A sua constituição está sempre a variar, pelo que é difícil fazer uma vacina eficaz contra ele. A constituição da vacina tem também de mudar a cada ano. Os tipos B e C são menos agressivos.

    Duração

    O período de incubação é de 1 a 4 dias. A duração dos sintomas é de 5 dias, permanecendo a prostração e a tosse mais alguns dias. Em duas semanas tudo estará normalizado, se não sobrevierem complicações.

    Contagiosidade

    Altamente contagioso, o vírus é transmitido pelas gotículas lançadas para o ar quando falamos, tossimos ou espirramos. Normalmente ocorre em pequenos e limitados surtos, mas de tempos a tempos ocorrem epidemias mundiais (pandemias) que provocam milhares de mortos (Gripe Asiática de1957, Gripe de Hong Kong de 1968).

    Prevenção

    As vacinas só muito relativamente são eficazes, dada a grande variabilidade de constituição do micróbio, de ano para ano (variabilidade antigénica). Só dão cerca de 70% de protecção, tornando mais suaves os sintomas da doença. A vacina normalmente toma-se no Outono e não costuma ser aconselhada nas crianças, excepto se estas sofrem de asma, doenças cardíacas ou pulmonares crónicas, diabetes, fibrose quística, HIV, e insuficiência renal, nas quais a vacina pode prevenir situações mais graves causadas pelo influenza vírus.

    Quando consultar o médico

    Sempre que apresentar sintomas da doença e especialmente em época de epidemia.

    Tratamento médico

    Raramente necessita de tratamento profissional.

    Se a criança tem alguma das situações crónicas acima descritas, deve ser hospitalizada, porque a virose pode complicar imenso a situação.

    No recém nascido a situação pode ser preocupante, e os medicamentos antivirais existentes no mercado não podem ainda ser ministrados nessa idade.

    Tratamento em casa

    Repouso na cama. Aumentar a ingestão de líquidos para evitar a desidratação. Diminuir as dores com analgésicos que não sejam à base de aspirina (a não ser com permissão do médico).
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