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Opiniões, p.f.

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  • isa.2009
    iniciou o tópico Opiniões, p.f.

    Opiniões, p.f.

    Qual a vossa experiência, ou opinião, sobre o que fazer quando os miúdos não querem ir com o pai nas visitas semanais e fim-de-semana?
    Nas últimas semanas o meu filhote (pouco mais de 2 anos) tem feito resistência, tendo mesmo não ido. É uma situação difícil de gerir. Quero que ele vá (embora me custe imenso ficar sem ele), mas não quero impor essa ida, não quero que sinta que o obrigo a ir.

    Que me dizem?

  • MBprincesa
    respondeu
    Claro que correu

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  • isa.2009
    respondeu
    No meio de alguns contratempos CORREU BEM

    Em relação à ideia de manter uma casa para os filhos à qual os pais vão passar temporadas alternadamente, estou totalmente de acordo com a MBprincesa.

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  • MBprincesa
    respondeu
    Não sinto isso na minha filha. Mais uma vezacho que está mais relacionado com atitudes dos pais do que com outa coisa qq.
    A minha filha sabe que tato aqui como em casa do pai as coisas são dela. Todas as coisas dela circulam livremete entre as duas casas.

    Por muito que pareça egoista para quem não passa por uma situação de divórcio/separação, a possibilidade de reconstrução das vidas do pai e da mãe são extremamente importantes para o equilibrio emocional de todos (crianças incluídas)... como é possivel reconstruir a vida com um sistema como esse?

    Mais, qual é estabilidade que ficarem na mesma casa e troca constante de "personagens" dá? defenitivamente nãoa cho mesmo que seja uma solução que traga qq vantagem....muito pelo contrário.... e mais uma vez volto a dizer que o equilibrio das crianças, a forma como aceitam, encaram, se adaptam e a sua felicidade está nas mãos dos comportamentos do que os rodeiam (não por se privarem mas por se respeitarem, por educarem,etc...).

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  • IMBS
    respondeu
    Inserido Inicialmente por MBprincesa Ver Mensagem
    Sinceramente é a minha opinião e vale o que vale: acho um perfeito absurdo! Pai e mãe precisam de ter o seu espaço tb para reconstruirem as suas vidas, serem felizes e fazerem crianças felizes. A mudança de casa causa trauma a nenhuma criança... os comportametos dos envolvidos é que pode ou não causar.
    Aceito a tua opinião, mas neste caso foi a solução que melhor favoreceu as crianças.

    Pai e mãe dão-se bem, e vivem na casa dos filhos quando é a semana do pai, ou o fds da mãe. Depois, cada um tem a sua casa e vai 'à sua vida'. Não disse que mudar de casa para a criança seja um trauma, mas o que é facto, é que as crianças criam um sentimento de pertença na casa do progenitor que ficou com a guarda, e quando é para as visitas... parece que o quarto, as coisas, os brinquedos... é diferente.

    Mas cada caso é um caso.

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  • MBprincesa
    respondeu
    Inserido Inicialmente por IMBS Ver Mensagem
    Só uma ideia, e já sei que me vão dizer que nem todas têm possibilidade €€€ para fazer esta rotina, mas... tenho um casal amigo que se separou, com 2 filhos. A casa de família, não ficou nem para a mulher nem para o marido, ficou para os filhos e quem visita quem são os pais. Os filhos estão sempre na mesma casa e ora passa lá o fim-de-semana o pai, ora passa a semana a mãe.
    Nunca vi ninguém com este 'método' mas pelo que vejo as crianças apesar de conhecerem a situação dos pais ficam menos fragilizadas porque nunca saem do espaço e da casa que sempre conheceram. Acho uma ideia gira...
    Sinceramente é a minha opinião e vale o que vale: acho um perfeito absurdo! Pai e mãe precisam de ter o seu espaço tb para reconstruirem as suas vidas, serem felizes e fazerem crianças felizes. A mudança de casa causa trauma a nenhuma criança... os comportametos dos envolvidos é que pode ou não causar.

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  • MBprincesa
    respondeu
    Inserido Inicialmente por suzhelen Ver Mensagem
    MB,
    Não me referia a esse cromo (embora fosse o que se me "colou" mais tempo). Mas aqui não posso adiantar-me mais na caderneta...

    Boa sorte para ti! Pelo que te leio, além de gira (que sei), és excelente pessoa. Se não vem num cavalo branco, quem sabe não terá um carro dessa cor
    ´Pois percebo-te....

    és uma mulher de armas! Tens feito um longo e duro percurso... vou-te lendo... nem sempre comento pois sinto-me pequena ao lado de tanta coisa...

    Gira? Já fui querida... já fui... e deixa lá os cavalos e carros brancos... fazem-me cabelos brancos

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  • IMBS
    respondeu
    Só uma ideia, e já sei que me vão dizer que nem todas têm possibilidade €€€ para fazer esta rotina, mas... tenho um casal amigo que se separou, com 2 filhos. A casa de família, não ficou nem para a mulher nem para o marido, ficou para os filhos e quem visita quem são os pais. Os filhos estão sempre na mesma casa e ora passa lá o fim-de-semana o pai, ora passa a semana a mãe.
    Nunca vi ninguém com este 'método' mas pelo que vejo as crianças apesar de conhecerem a situação dos pais ficam menos fragilizadas porque nunca saem do espaço e da casa que sempre conheceram. Acho uma ideia gira...

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  • suzhelen
    respondeu
    Isa,

    O que interessa é que eles (os filhos) tenham sempre um modelo de confiança (que há crianças que, infelizmente, não têm nenhum). Os meus filhos, mesmo nos dias que vão entusiasmados para o pai dizem-me sempre "nós vamos para o pai mas depois voltamos para ti". Somos a terra firme e conhecida se eles nadam de vez em quando no mar (dos dias) do pai. Estamos cá sempre. E é importante que nós saibamos transmitir-lhes essa confiança (se minimamente a temos) que vai correr bem, que eles não nos sintam ainda mais angustiadas que eles. E se eles forem bem, nós bem ficaremos. Porque eles voltam

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  • suzhelen
    respondeu
    MB,
    Não me referia a esse cromo (embora fosse o que se me "colou" mais tempo). Mas aqui não posso adiantar-me mais na caderneta...

    Boa sorte para ti! Pelo que te leio, além de gira (que sei), és excelente pessoa. Se não vem num cavalo branco, quem sabe não terá um carro dessa cor

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  • isa.2009
    respondeu
    Obrigada, suzhelen.

    Gosto de te ler (sigo o teu tópico com atenção). És de armas. Parabéns.

    O pai até faz essa "conquista" e o miúdo ia sempre muito bem. Agora é que mudou o comportamento. Não creio que se tenha passado algo de especial (faz queixinhas, mas tambem faz queixinhas do michey e do gato das botas...) e será mesmo uma fase de mais miminho.


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  • MBprincesa
    respondeu
    Os teus são bem mais complicados que os meus... Os meus foram más opções minhas... os teus não! Mas vivo com aquilo que tenho...

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  • suzhelen
    respondeu
    MB, se calhar também tenho cromos de viagens de carrocel para trocar... Enfim... Se calhar faz parte da vida.

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  • MBprincesa
    respondeu
    Inserido Inicialmente por suzhelen Ver Mensagem
    Olá Isa,

    Vou dar a minha opinião que vale o que vale. Cada caso é um caso (bolas! dois clichés de seguida! a ver se não escrevo mais nenhum!).

    É normal até nos melhores relacionamentos entre mãe/pai e filho(a) que esta resistência surja de vez em quando. Talvez seja comodismo "estou bem aqui, nem contigo (o progenitor do momento) ia agora para a rua", outras é uma forma de testar o carinho ou a atenção quer de com quem vive quer de com quem vai de 15/15 ou whatever. Tenho um amigo que ficou com a filha, foi a mãe que se desvinculou (diria a 90%... também há simples dadoras de ADN, chamo-lhes eu). Um dia a ex dele encontrou-me e questionei-a porque não levava mais vezes a filha (nem sequer fins de semana) e a pessoa respondeu "porque ela pede logo o pai". Pudera! Mas quem quer ir com alguém que nos mostra não nos querer? Isso aconteceu com o meu filho. Adiante... que a minha história está noutro tópico.

    Quando a resistência para não ir é acompanhada de outras reacções que não apenas a declaração de "não quero" há que estar atenta a outras causas sim. O que eu faço hoje em dia é dizer aos meus filhos que não os obrigo a ir ao pai. A minha menina tem estado doente com gripe (das fortes) e ainda não sei como estará amanhã e, ela que sempre foi "menina do papá" tem vindo a desvincular-se dele lentamente. Não tive nada a ver com isso. As crianças têm de ser nutridas com atenção e se não são... Ela disse-me que se estiver ainda doente quer ficar comigo e acrescentou "sempre disseste que não nos obrigas a ir". Logo se verá. É o pai que tem de intervir, de convencer, de mostrar que quer os filhos, que tem saudades deles e fica feliz ao lado deles. É da reciprocidade que se fortalece o amor... seja ele qual for. Os pais não devem ser meros cumpridores de papéis de regulação parental...

    (Já agora que "carrocel" é este? se posso perguntar )
    Olá Suz,

    Concordo contigo. A tua situação, infelizmente, é muito particular... Mas em qq situação o pai não pode ser um mero cumpridor de um papel que até parece que lhe foi imposto... no fundo é o que o meu ex faz aundo lhe pergunta porque é que ela não quer ir ou porque quer voltar para casa da mãe... tenta saber o que não está bem ou o que lhe faz falta (acho eu....).

    O carrocel é a minha vida emocional... que infelizmente não posso partilhar aqui porque tenho cuscos que vêm cá só para sbaer o que escrevo...

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  • suzhelen
    respondeu
    Olá Isa,

    Vou dar a minha opinião que vale o que vale. Cada caso é um caso (bolas! dois clichés de seguida! a ver se não escrevo mais nenhum!).

    É normal até nos melhores relacionamentos entre mãe/pai e filho(a) que esta resistência surja de vez em quando. Talvez seja comodismo "estou bem aqui, nem contigo (o progenitor do momento) ia agora para a rua", outras é uma forma de testar o carinho ou a atenção quer de com quem vive quer de com quem vai de 15/15 ou whatever. Tenho um amigo que ficou com a filha, foi a mãe que se desvinculou (diria a 90%... também há simples dadoras de ADN, chamo-lhes eu). Um dia a ex dele encontrou-me e questionei-a porque não levava mais vezes a filha (nem sequer fins de semana) e a pessoa respondeu "porque ela pede logo o pai". Pudera! Mas quem quer ir com alguém que nos mostra não nos querer? Isso aconteceu com o meu filho. Adiante... que a minha história está noutro tópico.

    Quando a resistência para não ir é acompanhada de outras reacções que não apenas a declaração de "não quero" há que estar atenta a outras causas sim. O que eu faço hoje em dia é dizer aos meus filhos que não os obrigo a ir ao pai. A minha menina tem estado doente com gripe (das fortes) e ainda não sei como estará amanhã e, ela que sempre foi "menina do papá" tem vindo a desvincular-se dele lentamente. Não tive nada a ver com isso. As crianças têm de ser nutridas com atenção e se não são... Ela disse-me que se estiver ainda doente quer ficar comigo e acrescentou "sempre disseste que não nos obrigas a ir". Logo se verá. É o pai que tem de intervir, de convencer, de mostrar que quer os filhos, que tem saudades deles e fica feliz ao lado deles. É da reciprocidade que se fortalece o amor... seja ele qual for. Os pais não devem ser meros cumpridores de papéis de regulação parental...

    (Já agora que "carrocel" é este? se posso perguntar )
    Ultima edição por suzhelen; 02-03-2012, 18:32.

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