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Os desafios de todos ante as novas crianças

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  • Os desafios de todos ante as novas crianças

    Corações amigos,

    Na fase atual de transição do planeta, de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração, há que se tecer considerações sobre a nova geração que se aporta em nosso orbe, no tocante ao bom e correto acolhimento o qual ela nos exige. Esse movimento, ou migração planetária de espíritos, é natural e nada mais faz do que obedecer às leis universais do Criador, que compelem as humanidades à evolução.
    Tal como ocorre em todas as moradas da casa do Pai, não é a primeira vez, nem será a última, que nosso planeta sofre este processo. Tampouco nos espantemos com o fenômeno, pois, através de revelações de autores e seus intermediários, dos mais confiáveis, registradas em dezenas de obras, e em diversas épocas, é nos informado tal acontecimento. A começar pelo próprio Jesus: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque eles herdarão a Terra.", ou seja, a nova Terra.
    Basta que nos lancemos à pesquisa racional, com olhos de ver, independentemente do credo, apenas aguçando nosso viés natural e humano da busca por esclarecimento, que nos será possível compreender o que se nos apresenta no momento.
    Como disse, já houve aqui movimento semelhante. O mais recente, há cerca de 12 mil anos atrás, durante o período neolítico, pelo qual a misericórdia divina permitiu que espíritos recalcitrantes no mal, na desordem e no egoísmo em suas diversas facetas, pudessem sair da letargia evolutiva em que se encontravam em um planeta da estrela de Capella, que à época era impulsionado à era de regeneração, e viessem à Terra contribuir, ao mesmo tempo, com nossa evolução. Esta ocorreu tanto no aspecto genético, através das impressões que seus envoltórios perispirituais causavam ao corpo humano primitivo, quanto no aspecto antropo-sócio-psicológico, fazendo por fim eclodir as grandes culturas egípcia, hindu, israelense e européia, que se destacaram por extraordinárias realizações. Então assim, a Terra passava de mundo primitivo a mundo de provas e expiações, enquanto o dito orbe passava de provas e expiações à renegeração, o que fez logrando êxito, por se ver liberto de um grupo teimoso.
    Esse movimento migratório, de dupla função, fez, em última instância, com que os viajantes se auto-reajustassem no caminho para o desenvolvimento do amor, seja pelas dificuldades extremas encontradas na reencarnação em corpos humanos para eles muito grosseiros, ou pelas dores decorrentes de provas aspérrimas, típicas de mundos primitivos onde ainda impera a lei da força bruta. Situações as quais forçosamente os impulsionaram a acender a centelha divina interna, inerente a todas as criaturas, criando novas cognições e lapidando melhores sentimentos, pouco a pouco.
    Pois bem.
    Estamos hoje no pleno decorrer de fenômeno parecido, porém num degrau adiante, e com envolvimento de espíritos de outro orbe, ao redor da estrela Alcyone.
    Tudo começou em meados da década de 1970, quando psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar. Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos, chegou-se à conclusão de que se tratava de uma nova geração espiritual e especial, típica de momentos de grande transição. Inicialmente foram chamadas de crianças índigo, porque os clarividentes eram unânimes em enxergá-las numa aura da tonalidade índigo.
    Tais crianças sempre apresentaram um comportamento sui generis. Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais, interdimensionais ou transdimensionais. A partir dos anos 80, ei-las reencarnando em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, e uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.
    Por fim, no início de 2000, chegam, também em massa, crianças com a tonalidade da aura em azul alvinitente, o que fez serem classificadas, pelos estudiosos, de crianças cristal. Estas já apresentando características um pouco diferentes, não raro classificadas precipitadamente como portadoras de autismo leve a moderado, dentre outras patologias. Fato que está deixando a ciência convencional um tanto quanto aturdida, ao ver-se diagnosticando mais crianças com autismo do que com aids, diabetes e câncer, combinados. Vejamos porque: tais estudiosos, dizem que as crianças cristal têm os olhos maiores, possuem a capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se às pessoas com certa altivez e à vezes com um atrevimento sadio. Desde a mais tenra idade, demonstram ser extremamente amáveis, sensíveis, carinhosas e chamam atenção de todos por onde andam pela personalidade equilibrada e cativante. Apreciam flores e plantas, são carinhosas com animais e gostam muito de água. Têm dificuldade em aprender a falar, demorando-se para consegui-lo com êxito a partir dos 3 ou 4 anos. Devemos entender a ocorrência, considerando que, vindas de um orbe em que a verbalização é diferente, não haveria vocábulos conhecidos no inconsciente, a serem pinçados pelo consciente, para a nova existência. Portanto, primeiro elas têm de ouvir muito para criar o vocabulário e poderem comunicar-se conosco. Podem também apresentar certo déficit de atenção, não acompanhado de hiperatividade, parecendo desinteressadas pelos acontecimentos ao seu redor.
    Portanto, neste especial momento, urgem severos cuidados a serem tomados por todos, pais, educadores e, principalmente, profissionais da saúde, no trato com esta geração. Independentemente de credos religiosos, devemos nos despir de conceitos prévios e receber essas crianças com um amor paternal tal, que nos permita verdadeiramente em nosso íntimo, desrotulá-las de qualquer catalogação equivocada de nossa ciência, observando-lhes o que têm a nos mostrar. Só assim poderemos compreendê-las. Educadores devem desenvolver técnicas novas de pedagogia, o que já está sendo realizado em diversos educandários, com êxito. Profissionais da saúde devem ser cautelosos, sob pena de criarem uma legião de pais aturdidos, inutilmente.
    Só assim faremos com que os objetivos de evolução, propostos para todos pela Providência, sejam plenamente alcançados no despertar dessa nova era.

    Muita paz a todos!

    Fábio Holzer Rennó.

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